CONHEÇA SUAS FORÇAS E FRAQUEZAS
sexta, 04 de janeiro de 2008
ALGUMAS REGRAS DO TRABALHO
(Tudo o que você precisa saber para crescer profissionalmente)
CONHEÇA SUAS FORÇAS E FRAQUEZAS
Continuando nossas informações sobre Regras do Trabalho, resumindo dicas de “Richard Templar” escrevemos, nesta edição, sobre “CONHEÇA SUAS FORÇAS E FRAQUEZAS.”
Se você pretende jogar de acordo com as regras, terá de ser incrivelmente objetivo a respeito de si próprio. As pessoas, em sua maioria, são incapazes de fazer isso. Elas não conseguem virar o holofote em sua própria direção com objetividade ou intensidade suficientes para se enxergarem do modo como são vistas pelos outros. A questão não é só como os outros nos vêem, mas também como nós nos vemos. Fazemos uma imagem mental de nós mesmos – nossa aparência, nosso discurso, o que nos estimula, nossa maneira de trabalhar -, mas até que ponto ela corresponde à realidade? Eu penso que trabalho de forma criativa e excêntrica; os outros acham que sou confuso e desorganizado. Quem está com a razão? Qual é a realidade?
Cito como exemplo pessoal, observações efetuadas numa recente viagem de férias para o Sul, mais precisamente para meu município de origem. Quando encontrava parentes, amigos de infância e outras pessoas da comunidade, observava que já estavam com cabelos grisalhos, fisionomias mais cansadas em função dos anos vividos no trabalho, muitas vezes com muitas dificuldades. Aí é que veio o questionamento: será que não estou parecido com eles?
Para conhecer suas forças e fraquezas, a primeira coisa que você precisa fazer é compreender seu papel – a maneira como trabalha. A criatividade pode ser considerada um ponto forte: dezenas de idéias brilhantes, pouca atenção aos detalhes, talento para gerar novos projetos e não para acompanhá-los até o fim ou de fato trabalhar neles – são aspectos positivos, não? Não necessariamente. Se você for um Completador ou um Implementador, esses são considerados pontos fracos. Para exercer essas funções, é preciso ter perseverança, diligência, previsibilidade, conformidade, constância, ordem – espere aí, mas essa não é uma lista de fraquezas? Você tem de saber primeiro qual é o seu papel dentro da equipe, antes de fazer julgamentos subjetivos a respeito de forças e fraquezas.
Em caso de dúvida, faça uma lista com o que você considera seus pontos fracos e outra com seus pontos fortes. Mostre essas anotações a um amigo íntimo que não trabalhe com você. Peça sua avaliação objetiva. Agora pergunte a um colega de trabalho em quem você tem plena confiança. Eles concordam que suas listas representam a realidade? Aposto que existe uma grande diferença entre as duas avaliações. Isso se deve ao fato de que as habilidades especiais com que você alimenta suas amizades são muito diferentes daquelas que aplica numa relação de trabalho.
O objetivo desta regra é fazer com que você conheça seus pontos fortes e fracos. Nós somos o que somos, e é com isso que temos de trabalhar.
Pense nisso......
(Tudo o que você precisa saber para crescer profissionalmente)
CONHEÇA SUAS FORÇAS E FRAQUEZAS
Continuando nossas informações sobre Regras do Trabalho, resumindo dicas de “Richard Templar” escrevemos, nesta edição, sobre “CONHEÇA SUAS FORÇAS E FRAQUEZAS.”
Se você pretende jogar de acordo com as regras, terá de ser incrivelmente objetivo a respeito de si próprio. As pessoas, em sua maioria, são incapazes de fazer isso. Elas não conseguem virar o holofote em sua própria direção com objetividade ou intensidade suficientes para se enxergarem do modo como são vistas pelos outros. A questão não é só como os outros nos vêem, mas também como nós nos vemos. Fazemos uma imagem mental de nós mesmos – nossa aparência, nosso discurso, o que nos estimula, nossa maneira de trabalhar -, mas até que ponto ela corresponde à realidade? Eu penso que trabalho de forma criativa e excêntrica; os outros acham que sou confuso e desorganizado. Quem está com a razão? Qual é a realidade?
Cito como exemplo pessoal, observações efetuadas numa recente viagem de férias para o Sul, mais precisamente para meu município de origem. Quando encontrava parentes, amigos de infância e outras pessoas da comunidade, observava que já estavam com cabelos grisalhos, fisionomias mais cansadas em função dos anos vividos no trabalho, muitas vezes com muitas dificuldades. Aí é que veio o questionamento: será que não estou parecido com eles?
Para conhecer suas forças e fraquezas, a primeira coisa que você precisa fazer é compreender seu papel – a maneira como trabalha. A criatividade pode ser considerada um ponto forte: dezenas de idéias brilhantes, pouca atenção aos detalhes, talento para gerar novos projetos e não para acompanhá-los até o fim ou de fato trabalhar neles – são aspectos positivos, não? Não necessariamente. Se você for um Completador ou um Implementador, esses são considerados pontos fracos. Para exercer essas funções, é preciso ter perseverança, diligência, previsibilidade, conformidade, constância, ordem – espere aí, mas essa não é uma lista de fraquezas? Você tem de saber primeiro qual é o seu papel dentro da equipe, antes de fazer julgamentos subjetivos a respeito de forças e fraquezas.
Em caso de dúvida, faça uma lista com o que você considera seus pontos fracos e outra com seus pontos fortes. Mostre essas anotações a um amigo íntimo que não trabalhe com você. Peça sua avaliação objetiva. Agora pergunte a um colega de trabalho em quem você tem plena confiança. Eles concordam que suas listas representam a realidade? Aposto que existe uma grande diferença entre as duas avaliações. Isso se deve ao fato de que as habilidades especiais com que você alimenta suas amizades são muito diferentes daquelas que aplica numa relação de trabalho.
O objetivo desta regra é fazer com que você conheça seus pontos fortes e fracos. Nós somos o que somos, e é com isso que temos de trabalhar.
Pense nisso......
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Colunista: Patrícia Acunha

