CONHEÇA AS REGRAS SOBRE AUTORIDADE
tera, 15 de abril de 2008
Continuando nossas informações sobre Regras do Trabalho, resumindo dicas de “Richard Templar” escrevemos, nesta edição, sobre a importância de você conhecer as regras sobre autoridade.
Quem é que manda em seu local de trabalho? Aposto que não é o chefe. Os chefes tendem a se trancar em suas salas ou isolar-se de alguma maneira, deixando o trabalho de dirigir a empresa ou entidade para alguma outra pessoa (delegação de poderes). A sua principal tarefa é identificar essa pessoa e conquistar suas boas graças.
Richard Templar fala em experiências de trabalhar em companhia em que a autoridade real se encontrava nas mãos do consultor de relações públicas, de uma secretária do departamento jurídico, de um auditor, de um sub-gerente ou até mesmo de um cliente importante. Em todos os casos, essa pessoa em particular tinha o poder na mão porque:
- Conseguia fazer com que o chefe a escutasse.
- O chefe confiava nela.
- Fazia campanhas de rumores, em vez de dizer qualquer coisa diretamente ou desafiar alguém.
- Já estava ali há muitos anos.
- Era motivada inteiramente por poder e autoridade.
- Era desagradável o bastante para empregar técnicas variadas que impusessem a sua vontade.
- Era extremamente esperta, mas não tinha experiência, qualificação ou habilidade suficientes para de fato assumir o cargo e desempenhá-lo adequadamente.
Assim que Richard fez amizade com essas pessoas, as coisas passaram a funcionar muito melhor para ele. Enfrentou alguma dificuldades porque nunca conseguia identificá-las logo de início. Ele ia conversar com o chefe e só mais tarde percebia que tinha cometido uma gafe ao dirigir-se diretamente a ele. O chefe dizia alguma coisa do tipo: “Ah, mas tudo passa pelas mãos de Sarah primeiro.” Ou: “Eu vou conversar com a Janine, para ver se ela acha que é uma boa idéia.” Ou ainda: “Você não que verificar primeiro com o João e depois vir me procurar outra vez?”
Logo aprendeu a procurar primeiro as pessoas que o chefe sempre escutava. Jogava de acordo com as regras delas e não gerava inimizades. Elas são a verdadeira autoridade, e devemos prestar-lhes a devida homenagem. Sabemos que não é justo, mas até que apareça sistema melhor, somos obrigados a trabalhar com o que temos.
Quem é que manda em seu local de trabalho? Aposto que não é o chefe. Os chefes tendem a se trancar em suas salas ou isolar-se de alguma maneira, deixando o trabalho de dirigir a empresa ou entidade para alguma outra pessoa (delegação de poderes). A sua principal tarefa é identificar essa pessoa e conquistar suas boas graças.
Richard Templar fala em experiências de trabalhar em companhia em que a autoridade real se encontrava nas mãos do consultor de relações públicas, de uma secretária do departamento jurídico, de um auditor, de um sub-gerente ou até mesmo de um cliente importante. Em todos os casos, essa pessoa em particular tinha o poder na mão porque:
- Conseguia fazer com que o chefe a escutasse.
- O chefe confiava nela.
- Fazia campanhas de rumores, em vez de dizer qualquer coisa diretamente ou desafiar alguém.
- Já estava ali há muitos anos.
- Era motivada inteiramente por poder e autoridade.
- Era desagradável o bastante para empregar técnicas variadas que impusessem a sua vontade.
- Era extremamente esperta, mas não tinha experiência, qualificação ou habilidade suficientes para de fato assumir o cargo e desempenhá-lo adequadamente.
Assim que Richard fez amizade com essas pessoas, as coisas passaram a funcionar muito melhor para ele. Enfrentou alguma dificuldades porque nunca conseguia identificá-las logo de início. Ele ia conversar com o chefe e só mais tarde percebia que tinha cometido uma gafe ao dirigir-se diretamente a ele. O chefe dizia alguma coisa do tipo: “Ah, mas tudo passa pelas mãos de Sarah primeiro.” Ou: “Eu vou conversar com a Janine, para ver se ela acha que é uma boa idéia.” Ou ainda: “Você não que verificar primeiro com o João e depois vir me procurar outra vez?”
Logo aprendeu a procurar primeiro as pessoas que o chefe sempre escutava. Jogava de acordo com as regras delas e não gerava inimizades. Elas são a verdadeira autoridade, e devemos prestar-lhes a devida homenagem. Sabemos que não é justo, mas até que apareça sistema melhor, somos obrigados a trabalhar com o que temos.
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Colunista: Patrícia Acunha

