A DISTÃNCIA NÃO NOS SEPARA
quinta, 22 de abril de 2010
São coisas da vida...Poderíamos usar essa expressão para manifestar nossa tristeza pela saída de Brasilândia dos amigos Frederico, Antonella e da pequenina Alana (nossa neta adotiva). Tristeza porque estávamos acostumados com a convivência e amizade, sem falar, é claro, da competência e seriedade dos trabalhos profissionais do casal. Porém, o que nos conforta é que foram residir e trabalhar em local muito mais estruturado e com mais recursos para um maior conforto pessoal e com chances de um maior crescimento profissional. Gostaríamos de nos manifestar em nome dos Brasilandenses para homenageá-los pois sabemos que gostaram muito de viver nesta pequena mas acolhedora cidade. Descrevo aqui, a letra de uma música em que minha família foi homenageada por um dos maiores letristas de músicas do sul, Dr. João Alberto Pretto, quando ainda residíamos em Campo Grande e nossa casa era o local de acolhida dos amigos. Transferimos pra vocês, grandes amigos Frederico, Antonella e Alana, a homenagem que recebemos:
Minha Bandeira
“Quando alguém engole lonjura , abrindo as asas,
num oh! de casa, reconhece um grande amigo,
sem perguntar; quem vem lá... abre a porta e
o que mais importa é a saudade que vem no estribo.
Êta verdade que nesta vida não se leva nada,
quem tá na estrada, quer um ponche e um chimarrão,
engraxar o bigode e dobrar o cotovelo,
porque de em pêlo que vem vindo um coração.
Desbrava o Brasil no peito
com minha bandeira no coração,
viajo, mas quando volto,
o Rio Grande me estende a mão.
Nossa amizade foi falquejada,
recomungada nuns cinchaços verdadeiros.
Este meu rancho , este meu amigo
por um motivo, meu templo hospitaleiro.
Amigo velho, a nossa alma não tem tramela
e as janelas do rancho se abrem em boas vindas .
Vive bem mais quem tem braços abertos
o longe é perto pra amizade que não finda.”
Ottobeli, Aidê, Daniel, Deisi e Paulo.
Minha Bandeira
“Quando alguém engole lonjura , abrindo as asas,
num oh! de casa, reconhece um grande amigo,
sem perguntar; quem vem lá... abre a porta e
o que mais importa é a saudade que vem no estribo.
Êta verdade que nesta vida não se leva nada,
quem tá na estrada, quer um ponche e um chimarrão,
engraxar o bigode e dobrar o cotovelo,
porque de em pêlo que vem vindo um coração.
Desbrava o Brasil no peito
com minha bandeira no coração,
viajo, mas quando volto,
o Rio Grande me estende a mão.
Nossa amizade foi falquejada,
recomungada nuns cinchaços verdadeiros.
Este meu rancho , este meu amigo
por um motivo, meu templo hospitaleiro.
Amigo velho, a nossa alma não tem tramela
e as janelas do rancho se abrem em boas vindas .
Vive bem mais quem tem braços abertos
o longe é perto pra amizade que não finda.”
Ottobeli, Aidê, Daniel, Deisi e Paulo.








