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sexta, 17 de setembro de 2021
sexta, 13 de setembro de 2013 - 18:00

Agências bancárias de Três Lagoas entrarão em greve na próxima quinta-feira (19)

Os bancários de Três Lagoas, bem como da capital Campo Grande e mais 26 cidades do Estado aprovaram o início de greve por tempo indeterminado a partir da próxima quinta-feira (19). 

A classe reivindica melhores condições de emprego, fim das demissões e da terceirização, além da contratação de novos funcionários.

Em Três Lagoas, de acordo com a presidente do Sindicato dos Bancários, Telma Canisso, não houve negociação, por isso as 10 agências localizadas no município também irão aderir à greve.

"As negociações se esgotaram e eles nos ofereceram 6.1% de reajuste, enquanto a nossa solicitação é de 11.93%; o valor sugerido também não contempla nem a inflação, portanto, sem alternativa, nós optamos pela paralisação", explicou a presidente.

CAPITAL

Em Campo Grande, de 90 bancários presentes em assembleia na noite de hoje (12), apenas oito votaram contra a greve.

“O foco deste ano é o emprego em si, queremos o fim das demissões, mais contratações e a diminuição da terceirização”, relatou Iaci Azamor, presidente do Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região.

Segundo Iaci, o problema é crônico, e atinge bancos públicos e privados. “Para ter uma ideia, a Caixa abre agências com apenas cinco funcionários”, explicou. A classe também reivindica um reajuste salarial de 11,93%.

INTERIOR

No Sul do Estado, reunidos em assembleia geral, os bancários do Sindicato de Dourados e Região também foram favoráveis à greve. A decisão teve apoio de mais de 80% dos bancários presentes na sede do sindicato e abrange, além de Dourados, os municípios de Caarapó, Juty, Fátima do Sul, Vicentina, Jatei, Glória de Dourados, Deodápolis, Itaporã, Douradina, Maracaju, Rio Brilhante e Nova Alvorada do Sul.

Sem acordo sobre a campanha salarial, o anúncio da greve é a forma de pressionar a Federação Nacional de Bancos. Até agora, os banqueiros apresentaram proposta de reajuste linear para salários, pisos e benefícios de 6,1%. O índice não repõe nem a inflação do período, projetada em 6,6% pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). A proposta passa longe da reivindicação dos trabalhadores que pedem 11,93%, sendo 5% de aumento real.

No dia 18, a categoria realiza novas assembleias em todo o País, dessa vez com o objetivo de organizar a greve.
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