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segunda, 14 de dezembro de 2020 - 14:20

Além de PM que matou serviço em festa, major envolvido na Máfia dos Cigarreiros também é promovido

Promoção feita na última quinta-feira (10) foi publicada no Diário Oficial do Estado de hoje (14)

Além do policial militar Nilson Fernandes Sena Junior, preso em 27 de junho e denunciado por matar serviço para ir à uma festa, o major Luiz Cesar Souza Herculano também foi promovido ao posto de tenente coronel. Ele é acusado de participar da máfia dos cigarreiros. A promoção de ambos, por antiguidade, foi publicada no Diário Oficial Eletrônico desta segunda-feira (14).

O agora tenente coronel teve liberdade concedida no dia 16 de outubro pelo Conselho Especial de Justiça, após ter sido preso durante a Operação Avalanche, desdobramento da Operação Oiketicus, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) contra a ‘’, em maio deste ano, na qual apontou que policiais militares davam suporte ao contrabando de cigarros vindos do  em troca de propina.

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Na primeira fase da Operação Oiketicus haviam sido presos 29 policiais, denunciados por corrupção passiva e organização criminosa. Junto a Luiz Cesar ganharam liberdade o coronel Kleber Haddad Lane, tenente-coronel Carlos da Silva, tenente-coronel Josafá Pereira Dominoni tenente-coronel Wesley Freire de Araújo, o tenente-coronel Jidevaldo de Souza Lima, além do ex-comandante do DOF (Departamento de Operações da ) Kleber Haddad Lane.

As investigações iniciaram em abril de 2017 e apontaram que policiais militares de  davam suporte ao contrabando, mediante pagamento sistemático de propina, interferindo na fiscalização de caminhões de cigarros, para que não ocorressem apreensões de cargas e veículos. De acordo com a denúncia, os cigarreiros agiam associados desde o início de 2015, estruturalmente ordenados e com divisão de tarefas.

Além disso, as atividades eram desenvolvidas em dois grandes núcleos. O primeiro núcleo compreendia a região de Bela Vista, Jardim, Guia Lopes da Laguna, e Bonito; ao passo que o segundo Maracaju, Dourados, Naviraí, Mundo Novo, Iguatemi, Japorã e Eldorado.

Foi denominada como Avalanche a segunda fase da Operação Oiketicus. Na última ação, ocorrida em 15 de maio, foram cumpridos mandados em Campo Grande, Coxim, Sidrolândia, Naviraí, Aquidauana e Dourados. Todos os alvos da operação, que resultou em sete prisões,tinham bom trânsito político, salários mensais na faixa dos R$ 20 mil e posições de comando na Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e ).



Fonte: Midiamax
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