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sexta, 25 de maio de 2018
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quarta, 16 de maio de 2018 - 15:50

Aprovado projeto que proíbe desmatamento no Parque dos Poderes

Será criado co Complexo do Parque dos Poderes para proteção e preservação do local

Os deputados aprovaram, em segunda votação, o projeto que proíbe o desmatamento de vegetação nativa no Parque dos Poderes, além de criar um complexo de proteção e preservação no local, que vai tratar das regras administrativas, assim como dos animais silvestres que habitam na região.

A proposta segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB). “Faltava um ordenamento jurídico ao Parque dos Poderes, sobre todo seu funcionamento, em relação a mata nativa, animais, administração e toda proteção e preservação que se precisa, agora haverá uma lei que trata sobre o local”, disse Amarildo Cruz (PT), autor da matéria.

Ele lembrou que os deputados sempre lutam contra eventuais desmatamentos e obras que podem prejudicar a fauna e vetação local. “Já fizemos requerimentos e pedidos explicações para eventuais projetos que seriam edificados no Parque dos Poderes, mas sempre não havia uma legislação que protegesse a região”.

Acordo - O projeto recebeu a coautoria de Paulo Corrêa (PSDB), que tinha um projeto semelhante, que também tratava da proibição de desmatamento na mata nativa, por tempoindeterminado, mediante um projeto amplo com as devidas justificativas e autorizações de órgãos responsáveis.

“Houve um acordo para que esta matéria fosse anexada ao projeto anterior que também tratava sobre o tema, para que a situação andasse e não ficasse parada na Assembleia”, disse Amarildo Cruz. A junção das duas matérias chegou a gerar críticas dos deputados no final do ano passado, mas houve o entendimento na sessão desta quarta-feira (16).

Conscientização - Os deputados também aprovaram a criação do “Dia do Orgulho Crespo”, que será comemorado, anualmente, em 7 de novembro. Foi nessa data, em 2017, que morreu a estudante Karina Saifer Oliveira, 15 anos. A adolescente, que morava em Nova Andradina, a 300 quilômetros de Campo Grande, cometeu suicídio em decorrência de bullying que sofria na escola devido a seus cabelos.

“A morte da adolescente emite um alerta para nossa sociedade, demonstrando que os atos de violência física ou psicológica são corriqueiros em nosso cotidiano”, disse Amarildo Cruz (PT), que também é autor do projeto.



Fonte: Campo Grande News
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