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sexta, 15 de março de 2013 - 15:15

Azeite faz bem, mas em excesso pode engordar

Substituir o óleo por azeite vem sendo uma alternativa adotada por pessoas em busca por uma alimentação mais saudável. Mas é exatamente por ser mais saudável que muita gente acaba abusando e colocando azeite em tudo o tempo todo, o que pode ser prejudicial. “Como toda gordura em excesso e por ser calórico, o azeite pode engordar. O correto é usar no máximo duas colheres de sopa por dia”, recomenda a nutricionista Ana Carolina Costa, da clínica estética Almazen.

O azeite, se consumido na quantidade certa, possui diversos benefícios para a saúde. Pode reduzir a quantidade de LDL (mau colesterol) do organismo e o risco de infarto ou AVC, uma vez que o consumo regular do azeite de oliva reduz a formação de placas nas paredes dos vasos sanguíneos. Outro fator importante para a saúde é que o azeite de oliva previne oxidações biológicas, por ser rico em polifenóis, que reduzem a formação de radicais livres. Ajuda também na redução de gordura na região abdominal. Esse benefício pode ser obtido com qualquer tipo de azeite de oliva. Já para evitar as placas nas artérias, o ideal são os do tipo extravirgem.

Ainda assim, para frituras, ela diz que deve-se utilizar óleos predominantemente poli-insaturados, como o de girassol ou milho, que são mais saudáveis que gorduras animais (como banha) e mais baratos do que os monoinsaturados, como o azeite. Esse, além de caro, ao ser esquentado, perde todas as suas propriedades benéficas. Ou seja, só é benéfico usado frio. É preciso ter cuidado também com a quantidade consumida. “O azeite de Oliva é feito de azeitonas, e os demais óleos vegetais costumam ser feitos de soja, milho, girassol ou canola. A vantagem do azeite é apenas quanto ao sabor. Para manter a saúde, o ideal é consumir óleo que apresente pouco colesterol e pouca gordura saturada. O de canola é o menos prejudicial à saúde”, afirma.

Antes de escolher um azeite, é preciso saber diferenciar os vários tipos existentes. A nutricionista explica que, para determinar a qualidade do azeite, avalia-se seu grau de acidez: quanto menor for, maior é a pureza. “O extravirgem é o mais puro dos azeites, sendo que seu grau de acidez não ultrapassa 1% para cada 100 ml. O tipo virgem chega a 2% e os com grau de acidez maior que 2% passaram por mais etapas de processamento durante sua elaboração”, explica. É importante também verificar sempre a data de fabricação e validade do produto e deixá-lo em temperatura ambiente.

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