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sexta, 17 de setembro de 2021
quarta, 4 de setembro de 2013 - 13:55

Bebê nasce com 25 cm, é dado como morto e 'ressuscita' na Capital

De uma tristeza profunda para uma alegria sem tamanho, esse foi o misto de sentimentos vivido pela família do recém-nascido Kauã Lázaro. O bebê nasceu na madrugada da última segunda-feira (2) após uma gravidez de seis meses e foi dado como morto durante cinco horas.

Tudo começou ainda no domingo, quando a grávida de 17 anos Michele Costa dos Santos se sentiu mal e foi levada pela família para o posto de saúde do bairro Aero Rancho. O pai Rafael dos Santos Dionízio, de 22 anos, estava em Corumbá onde trabalha como topógrafo e veio para Campo Grande.

Depois da primeira consulta, a transferência para o Hospital Universitário foi um sinal para a família de que havia algum problema com o bebê. “Minha mulher chegou no hospital na madrugada e quando o médico disse que ia fazer uma cesária, já sabíamos do risco”, explica Rafael.

O parto ocorreu ainda na madrugada, às 4h30, e Kauã nasceu com 450 gramas e 25 centímetros. Ainda na mesa de cirurgia, os médicos contaram para Michele que o filho não havia sobrevivido. “Ela chorou e foi um desespero para todos nós”, conta o pai.

A jovem foi levada para o quarto e toda a família sentia uma “tristeza muito grande” pela morte do recém-nascido. Cerca de 5 horas depois do parto, a médica pediatra foi até o quarto onde o casal estava e trouxe a boa nova.
“A médica chegou por volta das 9h30 e disse que o meu filho tinha sobrevivido. Foi uma festa muito grande para toda a família”, diz Rafael.

Sobre o possível diagnóstico errado da equipe médica, o pai afirma que não acredita em erro. “Minha sogra me disse que estavam levando ele para o necrotério, mas não foi um erro e sim um milagre de Deus, conta.

De acordo com o HU, o bebê está internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) neonatal e vai ficar pelo menos mais três meses em recuperação até receber alta. Para a família, o fato inusitado precisa ser esquecido e todos torcem pela recuperação de Kauã. “Ele pode ficar o tempo que for desde que saia bem”, desabafa o pai.

A reportagem do Campo Grande News entrou em contato com a assessoria da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) que administra o hospital, mas a única pessoa autorizada a repassar informações sobre o caso é a médica diretora da UTI neonatal, que passou a manhã em reuniões e não foi localizada pelo hospital.


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