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terça, 03 de agosto de 2021
terça, 7 de julho de 2015 - 14:30

Com diesel mais barato, preço da tarifa de ônibus pode cair até R$ 0,20

O preço da tarifa do transporte coletivo urbano de Campo Grande pode cair de R$ 0,15 a R$ 0,20, se for levada em conta a planilha de custos do setor e a redução da alíquota de ICMS sobre o óleo diesel. As empresas estão sendo pressionadas a reduzir o valor cobrado pela passagem por causa do benefício fiscal, que entrou em vigor há uma semana. SAIBA MAIS Com queda no preço do diesel, usuários 'sonham' com passe mais barato Queda no preço do diesel deve ocorrer a partir da segunda quinzena de julho Redução da alíquota do diesel segue para sanção do governador Segundo o vereador Eduardo Romero (PTdoB), o contrato entre as empresas de ônibus e a Prefeitura revela que o óleo diesel corresponde a 25% do custo da tarifa. Pelas contas do parlamentar, este dado, junto à redução do preço do combustível decorrente da queda da alíquota do ICMS, de 17% para 12%, deveria refletir em até R$ 0,20 de abatimento nos R$ 3 cobrado pelo passe atualmente. Ainda conforme Romero, que discursou sobre o assunto em sessão itinerante da Câmara Municipal na manhã desta terça-feira (7), no auditório do Senac, o faturamento mensal do setor chega a R$ 18,9 milhões. Se a redução chegasse aos R$ 0,20 por passagem, o montante ficaria em R$ 17,64 milhões: “isto tem de ser devolvido na tarifa ou, no mínimo, investido em melhorias no sistema, que está falido”, analisa o parlamentar. Andar no transporte coletivo urbano da Capital custa R$ 3 desde o fim do ano passado. Romero lembra que, em 2013, o setor recebeu descontos de PIS e Cofins, em 2014 o benefício foi com ISS e, desta forma, a menor alíquota do diesel tem de refletir no custo do serviço ao usuário. O governo estadual decidiu baixar a alíquota do óleo diesel após acordo com os donos de postos de combustíveis. O setor se comprometeu a baixar o preço ao consumidor final, trazendo, por consequência, elevação no consumo e abatimento nas perdas de receitas ao fisco. A medida, em caráter experimental, passou a valer dia 1º de julho e vai até o fim de dezembro. Neste período, o governo anunciou que vai monitorar o mercado para avaliar a viabilidade de continuar com o benefício.
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