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domingo, 26 de setembro de 2021
quinta, 5 de setembro de 2013 - 09:40

Confira o Legislativo de Campo Grande

“É inaceitável a posição do Prefeito de mandar passar a Patrola nas Casas de Famílias que residem há mais de 18 anos, sem oferecer outra moradia” criticou Delei Pinheiro

Na manhã desta terça-feira (3) o vereador e 1º Secretário da Casa de Leis Delei Pinheiro (PSD) disparou sua revolta com o Prefeito da Capital Alcides Bernal, perante aos casos de desapropriação de famílias que residem há anos em diversas áreas da Prefeitura.

“É inaceitável está posição do Prefeito de mandar passar a Patrola nas Casas dessas Famílias que residem há mais de 18 anos, sem oferecer outra moradia” criticou Delei Pinheiro.

O parlamentar criticou o Prefeito e ainda cobrou uma posição perante a situação dessas famílias, “Eles não podem ficar sem um lugar para morar e criar seus filhos tenha piedade Prefeito, tenho certeza que a maioria dessas pessoas contribuiu para o Sº ocupar este lugar de Prefeito da nossa Capital” declarou Delei.

Desde o inicio do ano o vereador Delei Pinheiro (PSD) vem lutando e defendendo as famílias que, estão sofrendo com despejo, o vereador é conhecido por lutar em prol a moradia e critérios mais justos na distribuição de casas populares.

“Mesmo nadando contra maré eu vou continuar a defender estas famílias, são pessoas trabalhadoras que, não merecem este descaso do Poder Executivo” finalizou Delei Pinheiro. 

Facilitadores sociais se reúnem com vereador Paulo Pedra e reivindicam pagamento de salários atrasados

Facilitadores sociais estiveram na manhã desta terça-feira (03), na Câmara Municipal para reclamar do salário, que está atrasado há dois meses. A categoria é formada por educadores físicos, profissionais de dança, música, teatro, entre outros.

De acordo com Alessandra de Araújo a situação já está insustentável. “Viemos não para cobrar dos vereadores, mas porque ligávamos na SAS e eles diziam que tínhamos que ver com os vereadores. E alegavam sempre que esta travado por causa da burocracia. Agora conversamos com os vereadores e vimos que a história não é bem assim”, relata.

Conforme o vereador Paulo Pedra, membro da Comissão de Cidadania e Direitos Humanosa reivindicação é legal. “O salário e a merenda, por exemplo são itens obrigatórios e que não devem faltar”, afirma o parlamentar.

Durante a reunião ficou decidido que haverá um encontro entre os servidores, a secretária da SAS Thais Helena e o secretário municipal de Planejamento, Finanças e Controle, Wanderley Ben-Hur, para que seja resolvida a situação, o mais breve possível. 

Vereador Delei Pinheiro reivindica melhorias para os Bairros Coophasul, Monte Rey e Vila Nasser

Nesta terça-feira (3) o vereador e 1º Secretário da Casa de Leis Delei Pinheiro (PSD) protocolou indicações de melhorias aos bairros da capital. Entre os serviços solicitados, o vereador reivindicou banheiros químicos para a feira do Coophasul. Solicitou a limpeza da área pública, localizada na Rua Lindóia esquina com a Rua Ovídeo de Paula Correa no bairro Vila Nasser.

Além disso, o vereador reivindicou patrolamento e encascalhamento para a Rua Princesa Cintia, no bairro Monte Rey, fez também uma indicação para instalação de um semáfaro no cruzamento da Av Mainha com a Av Drº Gunter Hans.

Todas as indicações foram encaminhadas para as Secretárias responsáveis pela execução dos serviços com cópia para o Executivo Municipal. 

João Rocha quer melhorias para o Nova Campo Grande, Vila Progresso e Pioneira

Na sessão desta terça-feira, 03 de setembro, o vereador Professor João Rocha (PSDB) encaminhou a Agetran a solicitação para implantação de um quebra-molas na rua 76, na altura do mercado ‘Bom Preço’, no bairro Nova Campo Grande, atendendo os moradores através do presidente do bairro, senhor Marcos.

Para a Vila Progresso, atendendo o presidente do bairro, Senhor Valdenir Pael, João pediu a reforma e ampliação da sede da associação de moradores, justificando a falta de espaço para realização de cursos, que estão deixando de ser ministrados, por este motivo.

Como não poderia deixar de ser, a preocupação com a qualidade de vida das pessoas também levou o professor João Rocha a requerer a implantação de uma Academia ao ar livre para o bairro Pioneira, a ser instalada na rua Ana Luiza, esquina com a rua Casa Paraguaia. O pedido veio de uma liderança da região, Senhor Irwing Ferreira.

Vereador Carlão apresenta indicações e manifesta apoio a movimentos pacíficos e ordeiros

O vereador Carlos Augusto Borges (Carlão PSB) apresentou 12 indicações durante a sessão da Câmara Municipal desta terça-feira. O parlamentar também usou a tribuna para manifestar seu apoio a manifestações populares desde que de forma pacífica e ordeira. A fala do vereador Carlão foi motivada por panfletos distribuídos na Câmara convidando sobre o movimento que será realizado na próxima quinta-feira (5) denominado OCUPA CÂMARA.

“Como vereador tenho me dedicado ao exercício do mandato apresentando indicações, projetos de lei, requerimentos, audiências públicas. Sou vereador presente nas sessões e nos bairros. Mas infelizmente o que me entristece é que estão tentando colocar a população contra o Poder Legislativo. E nós somos os representantes mais próximos da população. Se querem manifestar, tudo bem, desde que dentro da ordem, respeitando a democracia”, avaliou Carlão.

O parlamentar também destacou a lei vale para todos e que precisa ser repeitada.

“Não acho correto que queiram vir agir de má fé aqui na Câmara. Porque se acamparem aqui na Casa, os trabalhos serão interrompidos, as CPI’s paralisadas e a população acaba sendo prejudicada. Manifestação tudo bem! Mas sem politicagem, sem má fé e gente querendo aparecer. Não acho justo ficarem pelados para protestarem”, concluiu. 

Em audiência, artistas e empresários defendem mudanças na Lei do Silêncio

Representantes de diversos segmentos da sociedade participaram, na tarde desta terça-feira (3), de uma audiência pública que discutiu o uso de som em alto volume em eventos, bares e manifestações culturais em Campo Grande. O debate, convocado pela Comissão Permanente de Cultura da Câmara Municipal, reuniu membros do Ministério Público, Defensoria Pública, polícias Civil e Militar, Executivo, além de artistas e donos de estabelecimentos.

Donos de bares e artistas reclamaram, principalmente, da impossibilidade de realizar eventos durante a noite e cobram ‘humanização’ da conhecida Lei do Silêncio. “Em função da Lei do Silêncio, pode se tirar o trabalho de tantos músicos? Vamos obedecer as regras, mas precisamos oferecer cultura, lazer e trabalho. Tem que haver flexibilidade”, disse Renata Christóforo, dona de um bar na Vila Carvalho. “Música não é barulho, não é ruído. É harmonia, traz paz de espírito e uma sensação aprazível”, continuou Alfredo Gomes, que representou o mesmo bar.
Todas as sugestões feitas durante a audiência foram registradas. Segundo o vereador Eduardo Romero, vice-presidente da Comissão, novas reuniões públicas ainda serão feitas para se chegar a um denominador comum. “Vamos compilar essas informações, sistematizar o que foi discutido, fazer um estudo de legislação e pensar em um projeto. Temos que buscar outras leis existentes e encontrar alternativas. São vários pontos, como fazer a diferenciação conceitual entre música, som e barulho.”, citou.

Para Ricardo Sanches, que representou os moradores da Orla Morena na audiência, o bom senso deve ser a regra entre moradores, empresários e artistas. “Vamos utilizar o convívio e não podemos esquecer que ele não vai adiantar se a legislação não nos amparar. Temos observado que a Orla tem sido palco de brigas, discussões. A Polícia Militar tem sido solicitada várias vezes para atender questões que, sinceramente, não creio que ela tem que tratar. A PM tem coisas muito mais importantes para fazer”, disse.

Desde o ano passado, o som alto na região da Orla Morena, próximo a Cabreúva, tem sido alvo de reclamações de moradores. Até mesmo alguns projetos culturais da Prefeitura são afetados. Para a advogada Sheila Sampaio, membro da Comissão do Meio Ambiente da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil), o que falta é educação ambiental.

“Nós, como membros da Comissão, vamos às escolas, damos palestras sobre não jogar lixo no chão, como cuidar do meio ambiente. A gente passa essa legislação para a população. O que está faltando é passar para os moradores e para o pessoal do som, do barzinho, da noite, o conhecimento da legislação. Não adianta eu chegar aqui e falar que a lei não foi cumprida. A população sabe o que pode e não pode? A OAB se manifesta no sentido de fazer educação da poluição sonora”, explicou.

Em sua fala, o diretor do Departamento de Meio Ambiente da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), Salvador Barbosa, explicou que cabe ao órgão a tarefa de cumprir o que manda a legislação vigente. “A Semadur não é contra nenhuma atividade cultural. O que ela faz é simplesmente cumprir o que está na lei. O agente fiscal, quando faz uma vistoria, fiscaliza e não pode extrapolar os poderes dele, pois a lei regula. Se a lei está desatualizada, o local a se discutir isso é o Legislativo. Se pudermos contribuir de alguma forma, com certeza faremos”, esclareceu.

Diversas melhorias são reivindicadas em Sessão Comunitária no Jardim das Hortênsias

Moradores e estudantes do bairro Jardim das Hortênsias tiveram a oportunidade de apresentar suas reivindicações e entrar em contato direto com os vereadores de Campo Grande, durante Sessão Comunitária realizada na manhã desta quarta-feira (4).

A 12ª edição da Sessão Comunitária foi promovida na quadra de esportes da Escola Municipal “Irene Szukala”, reunindo moradores, líderes comunitários e estudantes que acompanharam o trabalho dos parlamentares.

O presidente da Casa de Leis, vereador Mario Cesar destacou que a Câmara Municipal está trabalhando para manter uma relação estreita com a população e por isso tem realizado Sessões Comunitárias todas as quartas-feiras. “Queremos ter uma Câmara cada vez mais próxima da sociedade, é nesse viés que estamos trabalhando, para estar mais próximo de vocês. Quero destacar aqui que o voto secreto já existe na Câmara Municipal desde 2001, sendo abolido por meio de um Projeto de autoria dos então vereadores Silvio Nucci e Marcelo Bluma. Desde 2001 não temos nenhuma votação secreta em Campo Grande. Tudo é transparente, para que toda população possa ver o posicionamento dos vereadores”, frisou Mario Cesar.

A Diretora da Escola Municipal “Irene Szukala”, Rosangela de Brito Lima solicitou aos parlamentares o reforço da segurança no entorno da instituição de ensino, assim como a sinalização das ruas. “Precisamos de policiamento em frente à escola, principalmente no horário de entrada e saída dos alunos, assim como a sinalização das ruas ao redor da escola, com faixa de pedestre e redutor de velocidade. Também quero pedir que seja tomada providências para solucionar o problema que temos com a infestação de pombos aqui na quadra de esportes”, clamou a diretora.

Para o presidente do Conselho Regional do Anhanduizinho, José Arantes a prioridade deve ser a construção de uma praça esportiva, já que o bairro Jardim das Hortênsias não possui um local de lazer para a comunidade. “Quero reforçar o pedido para que seja construída a nossa praça. A luta dessa comunidade não é nova. Peço o apoio dos vereadores para que apresentem emendas ao Orçamento que está em tramitação na Casa de Leis, contemplando a nossa praça de lazer. Outra reivindicação que faço é a construção da creche do Bairro Oliveira, que era pra sair esse ano e não está sendo feito, por conta de uma invasão há mais de 10 anos e a prefeitura diz que é difícil mudar o projeto, por isso peço que os vereadores intervenham junto ao Executivo pedindo uma solução”.

Em seu pronunciamento, o presidente do Bairro Jardim das Hortênsias I, Israel Eduardo Corrêa, conhecido como “Bozó” reforçou o pedido para construção da praça de lazer. “Peço encarecidamente que não fique somente nessa única sessão, que ela venha a acontecer mais, porque precisamos ser ouvidos. Nosso bairro não é nem conhecido, fica no meio do Aero Rancho, acontece muitas coisas ao nosso redor. O Jardim das Hortênsias I, II e III, já tem 20 anos de existência. Já tentamos de todas as maneiras trazer melhorias para nosso bairro, mas é difícil. Nossa praça sairia em 2012, estava no orçamento aprovado em 2011, mas continuamos a luta, continuarei a luta junto a Planurb, buscando a nossa praça como prioridade”, afirmou.

A sinalização das ruas também foi uma das reivindicações apresentadas pela presidente do Conselho Comunitário de Segurança do Bairro Aero Rancho e região, Maria Auxiliadora Maciel. “Já fizemos vários pedidos à Agetran, precisamos de sinalização aqui na escola. As crianças passam pela Avenida Raquel de Queiroz e pela Rua Tancredo Neves, mas a faixa de pedestre foi se apagando. Já encaminhamos vários pedidos para sinalização das ruas e colocação de redutor de velocidade, já teve casos de crianças quase serem atropeladas. Precisamos com urgência de sinalização em volta da escola para as crianças terem maior segurança”, frisou.

O líder esportivo da região do Bairro Jardim das Hortênsias II, Luiz Bento Valiente salientou aos parlamentares que o bairro tem sido esquecido e precisa de melhorias. “Vivemos num sincero esquecimento, principalmente na área esportiva. Não temos uma praça de esporte no bairro. A praça foi desativada há 3 anos e criou-se uma pedra fundamental para a criação de um posto policial que até hoje não foi construído. Precisamos de um praça de esportes para a nossa região e o nosso povo. Espero contar com o apoio de cada vereador, que a minha voz chegue até vocês e que esse anseio da nossa sociedade seja representado”, disse.

Outro problema apresentado durante a Sessão Comunitária foi a questão de um grupo de moradores que vivem em barracos precários em uma área invadida no bairro Jardim das Hortênsias. De acordo com Cristiane da Silva Martins, representante da invasão do bairro Jardim das Hortênsias atualmente são 295 moradores no local. “A gente queria que vocês olhassem por nós, para cada morador, temos deficientes físicos, grávidas, idosos e crianças, que sofrem com o frio, a chuva e quando venta o barraco cai. Não queremos casa de graça, queremos pagar, mas não podemos pagar aluguel de R$ 400,00 ou R$ 500,00. Como viver com um salário mínimo e pagar aluguel? Só queremos uma casa, não estamos ali para afrontar ninguém, só queremos o direito a uma moradia”, protestou.

O artista plástico Levi Batista, presidente da Associação Cultural destacou a importância da sessão comunitária e também saiu em defesa dos moradores que estão residindo em uma área invadida no bairro Jardim das Hortênsias. “Moro aqui desde 1972 e sinto-me muito feliz por ter essa sessão. É muito importante a participação do povo para fazer nossas reivindicações. Estamos sendo solidários com esses moradores e faço um apelo para que nos ajude. Ajudem esse povo que precisa de um teto”, afirmou.

Todas as reivindicações apresentadas pela comunidade serão transformadas em indicações, ofícios, requerimentos e/ou projetos a serem encaminhados para o Poder Executivo, em nome dos 29 vereadores, para que sejam devidamente atendidas.

Marcaram presença na Sessão Comunitária os vereadores Mario Cesar, Carlão, Coringa, Juliana Zorzo, Chocolate, Chiquinho Telles, Zeca do PT, Eng. Edson, Eduardo Romero, Carla Stephanini, Ayrton de Araújo do PT, Professora Rose, Gilmar da Cruz, Paulo Pedra, Vanderlei Cabeludo, Luiza Ribeiro e Airton Saraiva. A sessão também foi acompanhada por acadêmicos de Jornalismo da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco).

Moradores da região das Hortências levam reivindicações à Carla

Ao participar da sessão comunitária da Câmara Municipal na manhã de hoje (4.9), a vereadora Carla Stephanini manteve contatos com vários moradores do Jardim das Hortências e região, ocasião em que ouviu reivindicações para encaminhamento de indicações que possam levar o Executivo a desenvolver programas que possam minimizar os problemas vividos pela comunidade.

Um dos exemplos é o caso dos moradores da Jardim das Nações que reclamam por não terem pavimentação asfáltica nas ruas, se tornando uma ilha de problemas em meio a vários bairros pavimentados. Carla ouviu, também, integrantes da comunidade escolar, da Escola Municipal Irene Szukala. Os principais pedidos são a ampliação da quadra poliesportiva e da sala de multimeios ( informática) que conta com apenas 30 terminais. O problema se torna sério se Le var em conta que a escola conta com cerca de 1.800 alunos em dois turnos.

Em se tratando da escola, há deficiências que terminam por prejudicar o bom andamento das atividades. Na quadra poliesportiva, além de pouco espaço para a quantidade de alunos, não há sanitários ou bebedouro para uso dos alunos e demais pessoas que praticam esportes naquele local.

A questão de falta de estrutura para pratica de esporte e lazer, não é somente no que tange à escola. A comunidade reclama a inexistência de locais propícios para a prática de lazer ou esporte. Na realidade, áreas disponíveis, existe, Entretanto não há estrutura.

Ao se dirigir ao público, Carla Stephanini demonstrou que é por meio dessas sessões que se tem a participação efetiva da comunidade. “A exemplo desta, várias escolas necessitam de um olhar especial da administração municipal. Temos recebido denúncias de várias unidades onde faltam desde segurança (guarda municipal), até equipamentos como calçada e lombadas que permitam a tranquilidade para transeuntes”.
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