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domingo, 25 de julho de 2021
sexta, 29 de maio de 2015 - 09:20

Delcídio considera semana positiva e diz que próximo desafio é a desoneração da folha

O líder do governo , Delcídio do Amaral (PT/MS), avalia como “extremamente positivo” o balanço das atividades do Senado esta semana, quando foram aprovadas, após muita discussão, as Medidas Provisórias 664, 665 e 668, que tratam do ajuste fiscal proposto pelo Executivo para reduzir os gastos públicos. “Muita gente, no início da semana, achava que nós não teríamos condição de aprovar as três MP's e nós aprovamos. Todos os senadores e senadoras me ajudaram muito, os líderes dos partidos, a coordenação política do governo na pessoa do vice-presidente Michel Temer e o Ministro-Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Aloísio Mercadante. Foi um esforço de todos e eu fui mais uma peça que levou à vitória do governo nessas votações sobre temas difíceis, associados a um ajuste fiscal forte que o Brasil precisa fazer para voltar a crescer”, comentou o senador. Delcídio elencou os temas que , mais uma vez, vão por à prova sua capacidade de negociação, tanto com os partidos que apoiam o governo quanto os da oposição. “Na semana que vem teremos a sabatina dos conselheiros do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica – órgão vinculado ao Ministério da Justiça que tem como missão zelar pela livre concorrência, sendo a entidade responsável não só por investigar e decidir sobre a matéria concorrencial, como também fomentar e disseminar a cultura da livre concorrência. ). É uma sabatina muito importante, até pelo papel que o CADE desempenha no nosso país, garantindo uma concorrência sadia entre as empresas. E nós também temos que nos preparar para o que vem daqui a dez dias aproximadamente, que é a questão da desoneração da folha salarial das empresas, um tema relevante que ainda está na Câmara dos Deputados , mas que daqui a pouco chegará ao Senado. São desafios fortes e temos que nos preparar porque virão grandes batalhas pela frente”, previu. Sobre a reforma política aprovada esta semana na Câmara dos Deputados, Delcídio não acredita em grandes modificações. “A Reforma Política acabou na Câmara porque rejeitaram a maioria das propostas. Quer dizer, na prática, o sistema político continuou o mesmo. A única coisa que aconteceu de diferente foi o 'não' à reeleição, e eu concordo com isso. Mas não é o suficiente. São poucos avanços para uma reforma que todos nós aguardávamos há muito tempo. Então, agora , vamos ter que avaliar, no Senado, o que sobrou disso e ver o que podemos aproveitar. Mas se ocorrerem algumas mudanças elas serão periféricas. A grande reforma política não vai acontecer, pelo menos para as próximas eleições”, afirmou .
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