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terça, 18 de dezembro de 2018
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segunda, 12 de março de 2018 - 16:20

Dorsa era cliente antigo da sauna onde morreu, revela administrador

Empresário classificou episódio como "fatalidade"

A direção da sauna onde o cardiologista José Carlos Dorsa morreu no início da noite deste domingo (11), em Campo Grande, lamentou o ocorrido com o médico e revelou que ele era um antigo cliente do espaço. “Era nosso cliente há muitos anos, uma pessoa maravilhosa”, revelou um dos administradores, que preferiu não ser identificado.

O responsável pela casa classificou o episódio como “fatalidade” e negou a informação de que equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) tenha sido acionada somente depois de a família ter sido comunicada. “Ele teve um mal súbito e isso poderia ter acontecido em qualquer outro lugar. De imediato chamamos o Samu e em seguida a família foi informada”, explicou.

Os administradores disseram que estão à disposição da Polícia Civil e que aguardam seguimento das investigações.

A morte do cardiologista será investigada pela 1ª Delegacia de Polícia de Campo Grande.

O caso

Informações passadas pela Polícia Civil são de que o cardiologista chegou por volta das 16 horas ao local, que fica na Rua Boa Vista, reclamando de dores de cabeça. Ele teria dito que discutiu com seu companheiro e que não estava bem.

Dorsa foi encontrado caído no chão de uma sala de televisão, por um garoto de programa, que estava no quarto ao lado com um cliente. Foi tentada a reanimação por testemunhas que estavam no local.

 

De acordo com o delegado Gomides Ferreira, o corpo deve passar por exames para a confirmação do que teria causado a morte do cardiologista. Segundo Gomides, a suspeita é de que um ataque cardíaco tenha matado o cardiologista, mas suicídio ou overdose, não foram descartados como hipótese para explicar o mal súbito.

Máfia do Câncer

José Carlos Dorsa era um dos denunciados por suposto envolvimento na chamada 'Máfia do Câncer', com mais sete pessoas. Todos viraram réus em duas ações penais ajuizadas pelo Núcleo de Combate à Corrupção do MPF/MS (Ministério Público Federal) com relação às irregularidades apontadas na Operação Sangue Frio, ocorrida em 2013.

Segundo as investigações, as fraudes na saúde geraram prejuízo de R$ 2,3 milhões.



Fonte: midiamax
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