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quarta, 27 de maio de 2015 - 15:25

Fora do mapa, Rochedinho teme deixar de ser parte de Campo Grande

Possível erro em mapas oficiais de Campo Grande tem causado polêmica em Rochedinho, distrito distante cerca de 30 quilômetros ao norte da cidade. A população local teme perder o ‘status’ que a liga à Capital. SAIBA MAIS Votação de comissão processante na Câmara fica para a semana que vem Secretário de Saúde passará por cirurgia e CPI terá de ser antecipada Orçamento 2016 da Capital é realista e conservador, diz secretário a vereadores Rochedinho recebeu uma sessão comunitária da Câmara Municipal de Campo Grande nesta quarta-feira (27). Ou seja, oficialmente, a localidade onde vivem cerca de 1 mil pessoas é um distrito da Capital. No entanto, alguns meses atrás constatou-se que Rochedinho não aparece no mapa territorial de Campo Grande. Ao contrário de Anhanduí, por exemplo, 50 quilômetros ao sul e dentro das áreas limítrofes da Capital. Breve consulta ao Google Maps revela que Rochedinho está, pelo menos no mapa, atrelado a Jaraguari, município 44 quilômetros distante da Capital. “Não tem nem o que discutir, o distrito é de campo Grande”, rebela-se Adriano Santana, presidente da associação de moradores local. O líder comunitário lembra que em 1953 os moradores locais conseguiram, junto à Assembleia Legislativa do então Mato Grosso uno, decreto elevando Rochedinho a distrito de Campo Grande. “Queremos que seja refeito o mapa para que conste o que de fato a lei determina”, reivindica Adriano. Moradores sofrem com a ideia de perder o vínculo com a Capital. Até a estrada que leva a Rochedinho, a partir de Campo Grande, recebeu asfalto recentemente, algo inexistente na ligação rodoviária dali até Jaraguari. “Ninguém aceita (que Rochedinho não seja distrito de Campo Grande). Não tem condições, se acontecer isso, o distrito vai acabar”, alerta o aposentado Leonildo Gonçalves. Em um local onde a infraestrutura é precária e sobram reclamações, o temor é que a situação fique pior só com a hipótese de mudança. Reclamações, aliás, que foram levadas à sessão comunitária. A passagem de ônibus para a Capital, por exemplo, ao custo de R$ 20 ida e volta, é vista como muito salgada: “tinha que ser a R$ 3, igual é em Campo Grande”, diz a dona de casa Jose Cristina dos Santos. Mas, também há problemas com a documentação de áreas na região. Segundo o administrador de fazenda Antonio Francisco Santana, a maior parte dos lotes está sem a regularização. Outro problema é na saúde. Não tem posto de saúde 24 horas e, aos fins de semana, a população fica sem atendimento, dizem os moradores de Rochedinho, distrito de Campo Grande.
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