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quarta, 8 de julho de 2015 - 10:55

Governo endurece e universidades federais continuam em greve

Sem proposta concreta e nenhum avanço nas negociações salariais e benefícios aos professores e administrativos da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), a greve continua e mais de 16 mil alunos continuam sem aulas. A proposta do governo Federal foi rejeitada na reunião dessa terça-feira (7), em Brasília. “O governo continua usando o mesmo argumento que por causa do ajuste fiscal não tem como dar o reajuste no índice e para 2016”, fala José Carlos, presidente da Adufms (Sindicato dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Ainda de acordo com José Carlos até o dia 21 deste mês uma nova reunião deve ocorrer no MPOG (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão). SAIBA MAIS FHC diz que PSDB 'está pronto para assumir o comando' Doleiro diz que PT queria R$ 20 mi para eleição de Dilma Após manobra na Câmara, Supremo decidirá sobre redução da maioridade Sobre as reivindicações de reestruturação das carreiras e benefícios como auxilio alimentação, saúde e creche, Carlos explica que o governo sinalizou que irá estudar as propostas enviadas pela categoria. “O governo está manobrando para tentar desgastar e inviabilizar a greve para depois não atender as reivindicações da categoria”, ressalta. Proposta O governo Federal ofereceu a categoria um reajuste de 21,3% parcelado em quatro anos, até 2019. Já para a reestruturação das carreiras o MEC (Ministério da Educação) havia informado que iria organizar uma comissão para estudar a reivindicação. A proposta de reajuste salarial pedida pelos professores e administrativos da UFMS, é de percentual de 27% para 2016, sem parcelamentos. O reajuste segundo o comando de greve é em relação à inflação de junho de 2011 a julho de 2016, este percentual deverá ser aprovado para a inclusão na LOA (Lei Orçamentária Anual) deste ano e aplicado a partir de 2016. Greve A greve começou no dia 15 de junho, os professores e administrativos reivindicam um reajuste de 27% e reestruturação da carreira. Ao todo 1.333 professores estão de braços cruzados e 17 mil alunos de cursos presenciais e à distância estão sem aulas.
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