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quarta, 14 de março de 2018 - 09:20

Não havia vestígios de drogas onde Dorsa foi encontrado morto, aponta investigação

Primeira pessoa que socorreu o médico foi ouvida

Investigações da Polícia Civil apontam que não havia vestígios de drogas no local onde o cardiologista José Carlos Dorsa foi encontrado morto no início da noite deste domingo (11), em Campo Grande. A informação foi confirmada em depoimento pela primeira pessoa que socorreu o médico.

“Todos confirmam a versão de que ele estava sozinho na hora, passou mal e depois foi socorrido. Ouvimos a primeira pessoa que o socorreu e nada de drogas encontradas no local”, explicou a delegada Daniela Kades, da 1ª Delegacia de Polícia Civil da Capital, que conduz as investigações.

A delegada afirma que aguarda laudos periciais para saber com exatidão o que motivou a morte de Dorsa. De acordo com ela, o dono e um funcionário da sauna onde o médico morreu já foram ouvidos, e ainda nesta semana, outras testemunhas devem prestar depoimento.

“Faltam um cliente da sauna, familiares, policial militar que atendeu a ocorrência, socorristas do Samu e o namorado da vítima que também será ouvido”, explica Kades.

O caso

Informações passadas pela Polícia Civil são de que o cardiologista chegou por volta das 16 horas ao local, que fica na Rua Boa Vista, reclamando de dores de cabeça. Ele teria dito que discutiu com seu companheiro e que não estava bem.

Dorsa foi encontrado caído no chão de uma sala de televisão, por um garoto de programa, que estava no quarto ao lado com um cliente. Foi tentada a reanimação por testemunhas que estavam no local.



Segundo o delegado Gomides Ferreira, a suspeita é de que um ataque cardíaco tenha matado o cardiologista, mas suicídio ou overdose, não foram descartados como hipótese para explicar o mal súbito.

 

Máfia do Câncer

José Carlos Dorsa era um dos denunciados por suposto envolvimento na chamada 'Máfia do Câncer', com mais sete pessoas. Todos viraram réus em duas ações penais ajuizadas pelo Núcleo de Combate à Corrupção do MPF/MS (Ministério Público Federal) com relação às irregularidades apontadas na Operação Sangue Frio, ocorrida em 2013.

Segundo as investigações, as fraudes na saúde geraram prejuízo de R$ 2,3 milhões.

 
 


Fonte: midiamax
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