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quarta, 31 de outubro de 2012 - 14:00

Preso suspeito de participar de morte de desembargador

governo
A Polícia Civil prendeu um dos suspeitos de participação no assassinato do desembargador Gilberto Fernandes, baleado durante uma tentativa de assalto, na noite de quinta-feira (25), em Niterói, Região Metropolitana do Rio. Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Gilberto Fernandes foi o primeiro desembargador negro do estado.

Segundo a polícia, Jeferson Siqueira Barcelos, conhecido como Jefinho, de 19 anos foi localizado por agentes da 77ª DP (Icaraí) , na noite desta terça-feira (30), no bairro de Maria Paula, também em Niterói.

De acordo com o delegado Mário Luis da Silva, titular da 77ª DP, Jeferson foi reconhecido por sua mãe - que foi chamada à delegacia - em imagens de câmeras de vídeo. Na delegacia, após ser preso, o jovem confessou sua participação na ação e apontou Rodrigo Moraes Pereira, o Bebelo, como responsável pelos tiros que mataram o desembargador, ainda segundo a polícia.

Contra Jeferson e Rodrigo foram expedidos mandados de prisão temporária, expedidos pelo plantão judiciário da Capital. Rodrigo continua foragido e está sendo procurado pela polícia.

Na sexta-feira (26), durante a cerimônia de sepultamento, amigos e familiares do magistrado aposentado Gilberto Fernandes, de 79 anos, estavam chocados com o crime. “É lamentável, em qualquer lugar, acontecer uma coisa dessas”, afirmou presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), Manuel Alberto dos Santos. “Nós vamos sentir a falta física, mas o espírito dele vai continuar iluminando o Judiciário brasileiro”, disse o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do estado (TRE-RJ), Luiz Zveiter.

Gilberto foi assassinado quando ia buscar uma neta em Icaraí. Ele foi abordado por dois homens. O desembargador teria se assustado e engatou a marcha ré. Os criminosos atiraram e depois fugiram sem levar nada.

A polícia trabalha com a suspeita de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. “Niterói está insustentável. A violência está demais”, criticou Gilza Fernandes, filha do desembargador.

Na mesma noite, 20 minutos depois, o vereador eleito Lucio Diniz Martelo, conhecido como Lucio do Nevada, foi assassinado. Segundo a polícia, bandidos chegaram atirando contra o carro de Lucio, parado em frente à casa dos pais, no bairro de Santa Bárbara. Pelo menos cinco tiros atingiram a vítima. Um assessor que estava com ele não ficou ferido.

Para os policiais que investigam a morte do político, a principal hipótese é a de execução, mas nada está descartado. Eles vão chamar testemunhas para depor e aguardam o resultado da perícia. “Nós estamos em um momento de apuração dos trabalhos periciais que foram feitos, e dos levantamentos que foram executados”, disse o delegado Paulo Guimarães, titular da 78ª DP (Fonseca).

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