Homem é assassinado com facada que quase decepa pescoço
quarta, 01 de setembro de 2010
José Antônio Luiz de Amorim, 54 anos, foi assassinado com uma facada no pescoço e o corpo foi encontrado ontem à noite, no imóvel que ele morava, na Rua Ricardo Franco, Vila Sobrinho, em frente ao quartel militar, em Campo Grande Grande.
O golpe que atingiu José Antônio quase decepou o pescoço da vítima.
Segundo a Polícia Civil, José Antônio morava sozinho no local, onde existem dois galpões de premoldados.
Ele não tinha familiares e recebia visitas apenas de sobrinhos jovens.
Testemunhas revelam que José Antônio tinha uma caminhonete que usava para fazer fretes, não tinha vícios e frequentava a igreja constantemente.
No entanto, José Antônio não tinha muito contato com os vizinhos e era bastante reservado.
Uma vizinha ouviu um grito de socorro às 10 horas de ontem, porém, pensou que o barulho pudesse ser do aparelho de televisão que estava ligado.
Às 16 horas, embora o veículo de José Antônio estivesse no local, o recenseador do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) chamou e ninguém atendeu.
No fim do dia o recenseador voltou ao local e, novamente, José Antônio não saiu.
À noite, ao perceber que o fogão estava ligado e uma panela havia queimado, a vizinha pediu ajuda no quartel.
Um militar foi imóvel e encontrou o corpo, às 22h30 de ontem.
Equipes da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) e da PM (Polícia Militar) foram ao local.
Até o momento, não existem suspeitos do crime.
O golpe que atingiu José Antônio quase decepou o pescoço da vítima.
Segundo a Polícia Civil, José Antônio morava sozinho no local, onde existem dois galpões de premoldados.
Ele não tinha familiares e recebia visitas apenas de sobrinhos jovens.
Testemunhas revelam que José Antônio tinha uma caminhonete que usava para fazer fretes, não tinha vícios e frequentava a igreja constantemente.
No entanto, José Antônio não tinha muito contato com os vizinhos e era bastante reservado.
Uma vizinha ouviu um grito de socorro às 10 horas de ontem, porém, pensou que o barulho pudesse ser do aparelho de televisão que estava ligado.
Às 16 horas, embora o veículo de José Antônio estivesse no local, o recenseador do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) chamou e ninguém atendeu.
No fim do dia o recenseador voltou ao local e, novamente, José Antônio não saiu.
À noite, ao perceber que o fogão estava ligado e uma panela havia queimado, a vizinha pediu ajuda no quartel.
Um militar foi imóvel e encontrou o corpo, às 22h30 de ontem.
Equipes da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) e da PM (Polícia Militar) foram ao local.
Até o momento, não existem suspeitos do crime.
fonte: Rádio Caçula






