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quarta, 20 de maio de 2015 - 15:45

Governo promete para começo da tarde contraproposta aos professores

O governo do Estado ficou de apresentar oficialmente às 13h30 uma contraproposta de reajuste salarial aos professores. Representantes dos dois lados passaram boa parte da manhã desta quarta-feira (20) reunidos na Governadoria, mas até o momento não há acordo, ao passo que o Executivo passa o dia recebendo representantes de diferentes categorias para falar de salário. SAIBA MAIS Fetems se reúne com o governo para decidir sobre reajuste Representantes dos professores se reúnem com vereadores e secretário Com indicativo de greve, professores voltam a se reunir com governo “Queremos dar um aumento, mas com o pé no chão”, resumiu a secretária estadual de Educação, Maria Cecília Amêndola da Motta. O pedido da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de MS) é de 10,98% de aumento e, por enquanto, a proposta do governo, de pagar parcialmente reajuste a partir de 2016, já foi rejeitada. O posicionamento oficial do governo deverá ser repassado pela direção da Fetems aos seus filiados. “A categoria é que vai decidir”, diz o dirigente da federação, Roberto Botarelli. Por parte do governo, o discurso segue comedido. “É um momento de economia difícil, o professor deve ganhar bem, porém temos que ter cautela para garantir que mais para frente poderemos cumprir. Esperamos que não aconteça a greve, porque a paralisação causa um prejuízo enorme”, pondera a secretária. Segundo a Fetems, a rede estadual de educação tem 20 mil professores e 6,2 mil administrativos. O salário inicial do magistério é de R$ 1.331, enquanto aos demais servidores da área é na faixa de R$ 805, ainda de acordo com os dados da federação. Além dos professores, nesta quarta-feira o governo deve reunir-se com representantes dos policiais civis, cabos e soldados da Polícia Militar, agentes penitenciários, pessoal da seguridade social e ligado ao setor de obras no Estado. Via de regra, o Executivo reforça que acordos firmados no decorrer do ano passado pela gestão anterior, e que entraram em vigor em janeiro de 2015, constituem uma antecipação de aumento salarial às categorias.
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