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terça, 18 de maio de 2021
terça, 30 de outubro de 2012 - 12:25

Derrotados por Giroto, Siufi e Mandetta minimizam rejeição e falam em reestruturar

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Siufi (PMDB), e o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM), ambos derrotados pelo deputado Edson Giroto (PMDB) nas prévias do PMDB para a disputa pela Prefeitura de Campo Grande, preferem evitar polêmicas ao serem questionados se o resultado poderia ter sido diferente com a escolha de um deles.

A dupla que foi preterida pelo grupo prefere dizer que não se pode falar que poderia ter sido diferente, mas avalia que o resultado foi reflexo da “fadiga” da população, que optou por algo diferente para Campo Grande.

O vereador Paulo Siufi ressalta que o momento foi de mudança em todo o Brasil. Ele lembrou que o prefeito eleito, Alcides Bernal (PP), disputou a eleição sozinho no primeiro turno e caiu no gosto da população, que o elegeu. Siufi explica que é difícil avaliar se outro candidato teria mais sucesso. Ele compara a situação a de um time que perde porque algum jogador erra o pênalti. “Não dá para fazer uma avaliação dessa forma. Foram erros sucessivos. Temos que saber administrar estes erros, fazer uma reunião no PMDB, que é uma sigla forte no Mato Grosso do Sul, mas tem que se reestruturar”.

Siufi analisa que a reforma deve passar pelo líder maior do PMDB, governador André Puccinelli (PMDB). No entendimento do vereador, Puccinelli deve falar o que pensa e quais os planos futuros para o partido, que daqui a dois anos já enfrentará outras eleições.

O deputado federal Luiz Henrique Mandetta também avalia que não é possível saber se outro candidato teria sido melhor. Ele analisa que o resultado é legítimo, visto que Bernal foi eleito prefeito e com uma votação expressiva. “Agora é trabalhar para fazer uma boa prefeitura e atender a expectativa de todos. Ele vai receber uma boa prefeitura”.

Mandetta ressalta que a aprovação de Nelsinho é boa, mas admite que há uma fadiga e uma mudança geracional que ocorre e acabou definindo novos rumos para Campo Grande. “Não tem culpado. A população entendeu que precisava de um novo nome. Foi a mesma coisa em São Paulo. A população quis experimentar uma administração diferente. Não foi uma administração de nomes, mas marcada por um desejo de mudança pela própria fadiga de quem administra”, definiu.


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